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Empresa clandestina de segurança privada é fechada pela PF no Ceará

O município de Caucaia, no Ceará, foi palco de mais uma tentativa de ilegalidade na área da segurança privada. No dia 20 de dezembro de 2016, a Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e apreensão numa empresa de segurança privada funcionando irregularmente na cidade. O dono da empresa, Luiz Carlos Moreira de Menezes, identifica-se por um coronel reformado da Polícia Militar e foi preso por posse ilegal de arma de fogo.

 

A empresa, segundo a PF, não possuía autorização nem os requisitos adequados para realizar a atividade de segurança. Dentre os quatro postos de segurança do local, foram apreendidos seis placas de coletes balísticos, quatro coldres de armas, quatro protetores de joelhos, e 16 tonfas. Além disso, foi flagrado, a 30 dias anteriores a investigação, um vigilante da empresa com uma arma de numeração raspada – o que iniciou a paralisação da atividade do estabelecimento pela Delegacia de Controle da Segurança Privada e deu à PF motivação para os mandados de busca e apreensão.

 

No momento da apreensão, o coronel possuía, em sua residência, uma arma de fogo sem autorização – e o mesmo foi preso por posse ilegal do objeto em questão. Após o pagamento da fiança, o coronel poderá responder o crime em liberdade, porém, segundo o delegado Francisco Leite Bezerra, indivíduos respondendo por processos criminais não podem abrir uma empresa – e o coronel, então, não poderá reabrir a empresa de segurança legalmente no atual período. E ainda, apesar do restante dos funcionários não terem sido autuados criminalmente, deverão responder pela irregularidade administrativa da empresa junto ao coronel.

 

No Brasil, atualmente, estima-se que mais de 1,5 milhão de agentes de segurança atuem de maneira irregular – número que representa o dobro de agentes regularizados. Para combater o crescente número de estabelecimentos e funcionários ilegais nesta área, o Estatuto de Segurança Privada prevê multas de até R$30 mil para quem contratar empresas clandestinas e pena de até quatro anos de reclusão para as empresas irregulares.

 

A Embrasil Segurança ressalta que a atividade de segurança privada realizada sem os requisitos necessários para sua regularização torna o negócio um alto risco para a sociedade e uma situação de crime perante a lei. Por isso, quando é preciso contratar um estabelecimento com este serviço, é imprescindível checar os antecedentes e a validação da empresa desejada – ela tem de ser regularizada, autorizada e credenciada à Polícia Federal, como a Embrasil Segurança se apresenta. Além disso, os vigilantes devem apresentar provas de que concluíram o curso de formação dos vigilantes e possuir a Carteira Nacional do Vigilante (CNV).

 

Se você se interessa por contratar uma empresa de segurança de qualidade, a Embrasil Segurança se coloca a disposição. Contate-nos pelo telefone (41) 3213-5888 ou venha conhecer mais do nosso trabalho na sede da Embrasil, localizada no endereço Rua 24 de Maio, 424, Rebouças, Curitiba (PR).