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Segurança privada cresce em até 20% na Baixada Santista

A Embrasil Segurança oferece seu trabalho como forma de proteção a todas as famílias que venham a ter o desejo e necessidade de proteger seus patrimônios. Servindo tanto segurança eletrônica monitorada, quanto escolta armada, segurança patrimonial e segurança pessoal, a Embrasil trabalha com um serviço completo de proteção para todas as necessidades. Para mais informações, entre em contato conosco pelo telefone (41) 3213-5888 ou no endereço Rua 24 de Maio, 424, Rebouças, Curitiba (PR).

 

Lojas do segmento de segurança privada da área da Baixada Santista vem registrando um aumento de 15 a 20% nas vendas de sistemas que reduzam a sensação de insegurança nos condomínios, lares e comércios. O dono de uma empresa de segurança privada da área, Marcel Souza, afirma que a tendência para os próximos anos ainda é o aumento da venda desses produtos. “Nossos estudos indicam que a sensação de insegurança é o principal fator para a adoção de equipamentos de proteção patrimonial”, declara.

 

Pesquisas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que dois em cada cinco brasileiros tiveram algum caso de furto, assalto ou agressão na família ou com alguém muito próximo. Ainda: 75% dos entrevistados afirmaram ter despesas com segurança, como contratação de seguro ou compra de aparato tecnológico.

 

Sim, apenas a instalação de aparelhos não consegue evitar crimes. Uma das provas é a funcionária pública Sandra da Silva, alvo frequente de roubos. Ela desistiu de manter aberta sua antiga loja de roupas na Vila Antártica, em Praia Grande (SP) pelo aumento da violência no local. Nem mesmo as câmeras de segurança foram capazes de inibir os crimes – ainda que tenham ajudado na elaboração de provas processuais.

 

Na segurança, exemplos para o que acabamos de mencionar é o que não faltam: há muitos casos de invasão de estabelecimento em que as câmeras não podem captar imagens precisas para que tal crime fosse ocorrido; ou que as imagens não foram salvas e não serviram para a identificação dos criminosos. Ambas as situações podem ocorrer por ter sido escolhido um tipo de câmera errada para a ocasião, ou, ainda, de não ter sido selecionado nenhum tipo de serviço que salve as imagens obtidas pelas câmeras.

 

Em outros casos, por exemplo, um alarme simples apenas avisaria a um morador sobre uma invasão domiciliar, mas não alertaria um vigia e nem acionaria a Polícia Militar. Sem esse mecanismo monitorado, as chances de que a invasão seja evitada se reduzem drasticamente – o único diferencial que o morador teria é o aviso de que sua casa está sendo invadida.