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Segurança privada é a favor de punições mais rígidas em situações de assaltos a carros-fortes e caixas eletrônicos

O vice-presidente da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist) para Assuntos de Secretaria, Odair Conceição, começou sua apresentação em audiência com a seguinte frase: “A gente está perdendo uma guerra para 10 mil pessoas do crime organizado. Isso é uma vergonha”.

 

O evento se deu na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados no dia 13 de setembro. Conceição foi um dos debatedores que discutiram a situação dos assaltos a carros-fortes e a caixas eletrônicos com o uso de explosivos e armamentos pesados. Segundo o vice-presidente, é necessário que haja uma integração entre as forças de segurança pública e que as empresas que utilizam explosivos e transportam o material com pouca proteção tenham maior controle.

 

Considerando o fato de que se a atividade de transporte de valores parar, o Brasil paralisa – já que não haverá dinheiro para a população –, Conceição defende que haja maior rigor na punição de quem pratica crimes com armas de guerra e explosivos. O vice-presidente frisa que os valores roubados alimentam uma série de outros crimes, como a prostituição e o tráfico. “Por que esse crime não é um crime hediondo? Que não haja progressão de pena. O sujeito é incentivado. Agora, cada um quer ter o seu fuzil”, afirma o vice-presidente.

 

Marcos Emanuel Torres de Paiva, presidente da Associação Brasileira de Transporte de Valores, informou que foram roubados mais de R$ 600 milhões nesse tipo de operação entre 2009 e 2017. Ele ainda lembrou que são as próprias empresas de transporte de valores que lidam com a parte mais perigosa de levar o dinheiro e abastecer caixas eletrônicos.

 

Além disso, o presidente ainda destacou o nível de especialização dos criminosos que realizam ações coordenadas, sempre em grupos de mais de 15. Só no ano passado, 46 vigilantes foram feridos e dez foram mortos por essas quadrilhas. O policial federal Luiz Flávio Zampronha também afirmou que combater o crime organizado é simples – desde que as forças policiais estejam equipadas e tenham recursos para a capacitação dos agentes.

 

Investimentos

 

Leandro Vilain, representante da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), alegou que foram investidos R$9 bilhões em segurança privada e que há investimentos também em tecnologia com o intuito de aumentar o número de transações por meio eletrônico – diminuindo, assim, a circulação de dinheiro.

 

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