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Sesvesp promove debate sobre atuação de empresas clandestinas em Campinas (SP)

Na manhã do dia 30 de agosto, uma reunião envolvendo a Polícia Federal, a Segurança Privada e a Prefeitura Municipal de Campinas estabeleceu, em um hotel da cidade, um debate sobre o tema “Contratação Clandestina de Empresas de Segurança Privada e suas consequências”.

O encontro deu ênfase principal à cartilha de orientação para a contratação dos serviços de segurança privada de forma legal e qualificada. A cartilha foi lançada neste ano pela Fundação Brasileira de Ciências Policiais (FBCP) com orientação da Polícia Federal e apoio do SESVESP – e foi direcionada à Campanha Nacional de Prevenção e Combate a Atuação Clandestina no setor.

O principal intuito da cartilha e da campanha é reforçar a necessidade de contratação regular e das perigosas consequências que uma empresa ou pessoa não qualificada podem implicar. A segurança privada sem o controle do poder público e das entidades que atuam no mercado de vigilância impede o contratante de ter confiança nas condições físicas, psicológicas e nos antecedentes criminais do vigilante clandestino.

Além da cartilha, as falas e questionamentos sobre as funções e atribuições de um vigia tiveram como uma de suas principais bases o CBO – a Classificação Brasileira de Ocupações. O documento define a atuação do vigilante da empresa de Segurança Privada como alguém que cumpre as funções de vigilância com a devida formação – ao contrário do vigia, que não denota essa formação.

O presidente do SESVESP, João Palhuca, considerou o encontro de alto nível e notou a maturidade dos presentes que atuam na Segurança Privada. “A Polícia Federal é, hoje, a instituição mais confiável do país”, afirma o presidente, defendendo o fato da regulação e fiscalização do mercado de segurança ser feita pela Polícia Federal. “Nos sentimos honrados em ser acreditados e avaliados pela instituição que regula a atuação de qualquer empresa de segurança privada”, declara Palhuca. 

Finalizando o debate, Palhuca fez a defesa incondicional da atuação segura do SESVESP em conjunto com a Polícia Federal e demais autoridades envolvidas. “Somos radicalmente contra aquele que atua à margem da lei. Para esses, todo o rigor punitivo deve ser usado”, completa.

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